domingo, 1 de agosto de 2010

CUrsinho

Nãããããããããooooo!!!!!! Amanhã voltam as aulas do cursinho. Não quero.

Aquela porra de cursinho não me faz nenhum bem. Só me atrasa. Não entendo como tem gente que gosta daquela porra. Dizem que as aulas são muito legais e engraçadas mas é mentira, eu faço e posso falar com absoluta certeza. Se você quer passar em um vestibular fudidão, estude por si só, dará na mesma. Foque-se bem nas aulas da sua escola, vale mais a pena.

Hoje vou dormir com um sentimento muito ruim. Não quero voltar. Mas eu fico pensando em alguns, mesmo que mínimos, momentos bons que eu passei lá. Bom, não preciso falar que esses momentos foram com a minha amigona Isa. Confesso que nunca pensei que eu ia entender de esmaltes e unhas como eu entendo hoje.

Valeu por tudo Isa. Nos vemos amanhã.

Nãããããããããããõoooooo!!!!!!!!!!!!!!!

teh galera
23:22

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Guerra Patológica

O Tédio me persegue onde eu vou. Sempre quando me viro, miro a face diabólica do Tédio a admirar a minha alienação. Espero um dia poder olha-lo de mesma maneira, admirar a sua agonia por perder o efeito destrutivo que vem causando em mim. Tédio me escute bem: Você me derrota dia após dia, mas isso acabará, no dia em que meu coração mirar uma terra nova. No dia que depositarei minhas esperanças em outra viagem miraculosa.

Essa busca, incessante, que faço, já está dada como impossível. Mas minha Teimosia continua na briga pelo caminho correto. Já a deixei sozinha nessa briga. Tenho que me preocupar com o Tédio agora, e com seu sorriso maquiavélico.

Sei que ele não vem sozinho à briga, mas eu também não. Tenho aliados, também alienados, mas de forma positiva pela Vida. Não estou só, tenho a minha Alma comigo, meu Espírito e o meu Ideal. Nenhum deles me negará ajuda nessa interminável guerra.

Nessa guerra sem armas, as feridas são mais dolorosas. Nenhuma arma arrancaria um grito de dor tão intenso como o das feridas do Tédio. E todo escudo seria passível a seus golpes.

Nessa guerra só eu posso reverter o jogo, sei como faze-lo, mas sou incapaz de cometer tamanha atrocidade. Ninguém faz por merecer que alguém morra por sua felicidade. Mesmo sendo uma morte patológica.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Futuro Profissional


Me bateu uma puta vontade de escrever, mas estou sem inspiração. Mas resolvi insistir. Sei que não é muito bom forçar, mas preciso saciar a minha sede por expressar-me verbalmente.

Bom como estou sem muito o que falar, e nesses momentos eu sempre falo da minha vida, então é isso que farei. De novo digo. Isso para alguns é uma chatice, e compreendo, pois minha vida não das mais interessantes quando eu não dou uma temperada no texto. E sei também que isso é muito bem quisto por algumas pessoas, que não vêem oportunidade melhor para xeretar a vida alheia.

A pouco tempo decidi o que seguir como carreira profissional. Na verdade não decidi a profissão exata, mas já sei em que campo da sociedade eu quero atuar. Escolhi o campo da comunicação. Dentro dele temos muitas possibilidades como: Jornalismo, publicidade, Radio e tv e muitas mais. As que me agradam mais são jornalismo e publicidade.

Não sei se conseguirei me decidir até o final do ano, pois sou uma pessoa bem confusa, mas me mostraram um caminho interessante ontem. Meu psicólogo, por me conhecer melhor do que eu, me sugeriu um curso de fotografia, por dois motivos: Primeiro, ele vê nisso, junto ao jornalismo ou publicidade, uma forma de continuar a exercitar o meu lado artístico tento um retorno financeiro. E segundo, porque ele me considera uma pessoa tranquila, e acha que a fotografia cabe bem nesse caso. Isso me deixou muito feliz, pretendo, antes de começar a faculdade, começar um curso de fotografia. Neste exato momento já estou pesquisando preços e tudo mais, dizem que o curso do Senac é o melhor.

Bom, agora isso não depende só de mim, ainda não trabalho, não seria eu que iria pagar o curso, ou seja, a última palavra é do "paitrocinador".

teh galera
15:27

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A primeira e surpreendente convocação


O novo técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, divulgou agora pouco a sua lista de 24 convocados para o amistoso contra os EUA. São 24 pois, após a semi-final entre São Paulo e Internacional, ou Hernanes ou Sandro fica no clube para disputar a final da Taça Libertadores.

A lista de convocação contém nomes já esperados como: Victor (Grêmio), Neymar (Santos), Ganso (Santos) e Thiago Silva (Milan). E algumas novidades como: Ederson (Lyon), Rafael (Manchester United) e Jucilei (Corinthians).

A convocação tem bons nomes. O Mano terá um belo material humano para trabalhar em busca da sua primeira vitória com a seleção brasileira. Mas a lista deixou jogadores, que eram esperados por todos, de fora, como: Elias (Corinthians), Chicão (Corinthians), Miranda (São Paulo) e Roberto Carlos (Corinthians).

Em suma pode-se dizer que foi uma convocação surpreendente. Para quem esperava uma seleção, na sua totalidade, com jogadores que atuam no futebol brasileiro, ficou surpreso com a presença de muitos "estrangeiros".

O meu time titular seria: Victor; Dani Alves, Thiago Silva, Henrique e Marcelo; Ederson, Hernanes e Ganso; Neymar, Pato e Robinho.

Mas creio que o time de Mano será: Victor; Dani Alves, Thiago Silva, David Luiz e André Santos; Lucas, Hernanes, Ramires e Ganso; Pato e Robinho.

Vejamos no que vai dar. Acho um bom time, mas poderia ser muito melhor.

teh galera
17:25

domingo, 25 de julho de 2010

A Grande Noite-Terceira Parte

Apesar da minha embriagues, a conversa se desenrolava bem, talvez pelo fato de que o meu professor também se encontrava alcoolizado, a parte mais sóbria da conversa ficou para a minha amiga. Mas que não estava totalmente sã.

A conversa seguia normal, como uma agradável prosa de amigos. Mesmo tendo dentro de mim aquele sentimento de derrota, consegui me animar graças aos dois que me acompanhavam sentados a mesa. A animação era grande, mas não total. Entendia que aquela animação era momentânea, passaria se aquela conversa acabasse.

Poucos minutos depois meu professor se retira da mesa, se dirige ao banheiro deixando eu e a mulher, que naquela noite, tinha me reencontrado após muito tempo, tinha me dado um tapa na cara e me animado depois da tormenta toda. Mas ela me ajudaria muito mais naquela noite. Ela tinha comparecido a festa por causa da minha mestra, eram e são muito amigas, muito como eu e meu irmão. Entendia minusiosamente o que elas sentiam uma pela outra. Uma amizade que quebra qualquer barreira imposta por invejosos filhos da sociedade alienada e prepotente em que vivemos hoje.

Ela, além de me animar com seu jeito alegre, se propôs a beber comigo e a me ouvir. Tudo que eu pensei naquela noite ela ouviu, e com muita paciência. Ela estava linda, o tempo tinha sido um belo aliado para ela, cabelos encaracolados num tom loiro escuro, pele com textura mais suave que a ceda, voz cativante, um belo corpo de mulher, e o que mais me fascina em qualquer mulher, um olho lindo de olhar penetrante.

Seu olho era mais que lindo, ele transcendia a barreira da beleza, era algo superior a isso. A beleza se torna banal perto de uma raridade como essa. Possuía um tom verde mesclado com um toque de dourado, e isso somado ao brilho que emanava, era impossível de se esquecer.

Mas até então eu não enxergava tudo isso. Apenas via uma mulher que fazia o possível para me animar. Começamos a conversar sem ao menos levar em conta o que acontecia a nossa volta, nem o retorno do meu professor foi notado.

Resolvemos tomar a última, a famosa saidera. Pegamos os copos cheios até a boca de cerveja, e nos dirigimos até o canto do salão. Pensava eu: não, o canto de novo não. Mas esse pensamento logo se foi ao ouvir as palavras proferidas pela boca da minha acompanhante na minha lenta e torta caminha até o algoz da noite.

Sentamos nas cadeiras lá postas, e continuamos a nossa conversa. Em um momento da conversa digo a ela estar muito bêbado, e ela então me ameaça: "Cuidado, do jeito que você está, eu posso abusar de você". Por um certo tempo hesitei, seria justo depois de tentar ficar com uma menina, que dizia eu a ela, que gostava muito? Rapidamente uma resposta me veio a cabeça: Eu não devo nada a ninguém, estou solteiro. Logo me pus a disposição do ósculo. E sob um clima regado a olhares profundos um beijo se sucedeu.

Sentia-me realizado. O meu algoz se tornou a minha utopia. Lá ficamos sentados e nos beijávamos sucessivamente. Uns beijos doces, recheados de alegria, animosidade e um leve toque de alívio. Beijos apaixonantes, simplismente perfeitos.

Minha noite tornava-se mágica. Ao chegar em casa deitei-me na cama e me questionei: CARA, O QUE ACONTECEU ESSA NOITE?

A Grande Noite-Segunda Parte

Me sentia desolado. Por mais que meu irmão tentasse me animar, eu estava derrotado. O destino tinha pregado-me uma peça, afinal tudo que estava para acontecer não aconteceu. Não tinha forças para continuar na festa integralmente, sendo assim minha mente fora para longe, muito distante de lá. Cobri-me de incertezas. Será eu tão insuportável a ponto de ninguém querer juntar-se a mim? Será que um dia essa onda negativa, que alaga a bela paisagem que é a vida, passará? Naquela hora só pensava em respostas que me tiravam ainda mais o tímido sorriso, que esboçava, tentando parecer feliz aos olhos do meu irmão e dos outros presentes.

Não conseguindo me manter fisicamente feliz e indiferente ao ocorrido, resolvi explorar o salão que abrigava a festa e seus convidados. Não era um salão muito grande. Logo na entrada já se observa um corredor, de um lado cadeiras e convidados, do outro uma imensa parede, que se estendia até o final do salão, onde se encontrava os banheiros, grandes e bem iluminados, e pouco depois a cozinha do local.

Vagando pelo salão pude observar um colega meu que, em prantos, tentava dialogar com a sua namorada, que naquele momento acabava com um relacionamento de três anos. Aquela cena, somada a minha frustração, me fizeram procurar um canto para refletir. Sentei-me em uma cadeira no mesmo canto onde fora rejeitado. Lá minha cabeça se enchera de questões novamente. Será que Deus só está me poupando de uma situação como essa? Mas como pode Deus privar um homem do amor de uma mulher? Como pode Deus achar-se capaz de distinguir o que é bom e o que é ruim para um homem? Quem é Deus?

A imagem do meu colega chorando foi marcante. Mas algo me chamou a atenção, ele estava com um copo de cerveja na mão. E tomava-o com voracidade. Passou-me a idéia de tentar também. Fiz meu, com um forte puxão, um copo de cerveja de um conhecido meu, que sem reclamar, vendo em mim o retrato da raiva e da frustração, cedeu-me o copo. Percebendo uma leve melhora moral, resolvi investir minhas últimas forças, no que eu achei que me consolaria, o álcool.

No princípio aquilo me pareceu uma decisão sensata, pois estava me sentindo melhor. Com o passar do tempo, não fora a demasiada tontura que sentia que me fez piorar subitamente. Comecei a me lembrar de tudo novamente. Das lembranças tirei algo que me parecera positivo na hora: não me lamentava por ser rejeitado por aquela garota, mas sim, por ter mais um não como resposta. Aquilo foi me corroendo por dentro. O que tinha parecido-me positivo antes, me consumia de tristeza. Antes tivesse na cabeça, que me embriagava por ter sido rejeitado por aquela garota, como se ela fosse alguém realmente especial. Mas não! Entendi o estopim da minha tristeza. E foi pior.

Conforme bebia fui piorando. A tristeza tomava conta de mim. Cheguei ao fundo do posso. Me peguei totalmente estático, em uma postura totalmente desagradável, jogado na cadeira, do canto. Esse canto começava a parecer o algoz da minha noite perfeita.

Resolvi me desligar, fisicamente, do algoz. Saí de lá. Fora procurar um lugar mais animador para a minha estadia melancólica. Em uma das mesas próximas ao palco, encontrei a minha mestra, meu antigo professor de história, cuja personalidade era cativante, e também estava lá a mulher que tinha me dado o terceiro tapa, a mulher que resolveu tentar me animar, com uma fala mansa e algumas piadas junto ao meu professor que também embarcou na conversa.